21/09/2011

Aplicativos polêmicos para iPhone

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O jogo Phone Story foi retirado da loja de aplicativos por demostrar violência ou abuso de menores. O programa era uma crítica à própria Apple, e consistia em um jogo em que mostrava as diversas fases de desenvolvimento de um gadget. O game representava referências a trabalho escravo e, em uma das fases, o jogador tinha que salvar trabalhadores que se atiravam de telhados. A Foxconn, fabricante do iPhone na China, enfrentou polêmicas pelo elevado número de suicídio de seus funcionários.

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No final do ano passado, durante a polêmica do vazamento de telegramas confidenciais das embaixadas americanas, a Apple também se envolveu no boicote ao WikiLeaks. O aplicativo do grupo para Iphone foi retirado da App Store por não cumprir leis locais e colocar indivíduos em perigo, segundo a companhia.

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O aplicativo “Judeu ou não judeu?”, que classificava personalidades em função de serem ou não judias gerou uma avalanche de críticas na França acabou sendo retirado da App Store no país. O motivo foi a violação do Código Penal francês, que proíbe criar ou manter listagens na internet que classifiquem as pessoas em função de sua opção religiosa. O programa segue disponível nos demais países.

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Depois de receber um abaixo-assinado com mais de 146 mil assinaturas virtuais, a Apple decidiu remover o aplicativo Exodus Intenational, que falava em “curar” os homosexuais. O programa incluía vídeos, podcasts, notícias e blog que carregavam a mensagem “provendo apoio para indivíduos que querem se recuperar do homesexualismo”, segundo a descrição.

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Após dois meses na App Store, a Apple retirou o aplicativo Manhattan Declaration. Segundo a empresa, o app violou os termos por ser ofensiva para vários grupos de pessoas. O software convidava o usuário a se somar às campanhas contra a homossexualidade e o aborto e se apresentava como uma suposta enquete. Depois de responder o questionário, descobria-se que não era uma pesquisa, mas uma prova, com um resultado em que o correto era responder de acordo com crenças de grupos tradicionais cristãos.

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O aplicativo ThirdIntifada foi retirado da App Store a pedido do governo de Israel, que afirmou que o software incitava à violência. O programa, cujo nome significa “Terceira Intifada” – palavra que se refere aos levantes violentos de palestinos contra Israel nas últimas três décadas – tinha sido lançado havia alguns dias. O aplicativo encorajava seus usuários a compartilhar opiniões e organizar protestos contra Israel e foi retirado por ser ofensivo a um grupo de pessoas.

Fonte: Terra