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    As pessoas estão trocando sexo pelas redes sociais

    as pessoas estão trocando o sexo pelas redes sociais

    Será que as pessoas estão realmente trocando o sexo pelas redes sociais?

    As noites quentes costumam ser sinônimo de muita safadeza… Mas um estudo realizado pela Durex indica que esta tendência estão mudando por causa dos malditos smartphones. Isso mesmo, as pessoas estão preferindo trocar mensagens do que transar loucamente como se não houvesse amanhã.

    A pesquisa realizada com 2.000 adultos revela que 40% das pessoas estão menos dispostas a ter relações quando o parceiro está grudado ao celular na cama. E o que é pior, 41% admitiu que prefere se concentrar nas redes sociais em vez de se concentrar um no outro durante as férias.

    Portando, se você quer ter mais sexo, desligue o celular ou atire-o pela janela. Sim, isto é uma ordem.

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  • quanto mais sexo menor a chance de cancer
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    Quanto mais sexo, menor a chance de câncer

    quanto mais sexo menor a chance de cancer

    Atenção cuecada! Quanto mais sexo, menor a chance do câncer de próstata.

    Um estudo realizado pela Universidade de Montreal, no Canadá, revelou que os homens que tiverem mais de 20 parceiras ao longo da vida, tem 28% menos chance de desenvolver o câncer de próstata, comparado a outros homens.

    Especula-se que isso se dê pelo fato dos homens com vida sexual ativa ejaculem mais, o que seria uma maneira de deixar a próstata saudável.

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  • geração smartphone
    Curioso

    Geração Smartphone não bebe, não fuma e não fode

    geração smartphone

    Jovens da Geração Smartphone são menos rebeldes, bebem menos álcool e fazem menos sexo.

    Resumindo: Essa turma coxinha de hoje em dia, não bebe, não fuma e não fode, como as gerações anteriores HUEHUE.

    Jovens que cresceram na era dos smartphones estão menos preparados para a vida adulta, segundo uma pesquisa americana. A chamada “geração smartphone”, daqueles que nasceram após 1995, vem amadurecendo mais lentamente que as anteriores.

    Eles são menos propensos a dirigir, trabalhar, fazer sexo, sair e beber álcool, de acordo com Jean Twenge, professora de psicologia da Universidade Estadual de San Diego, nos Estados Unidos.

    Twenge explicou que esses jovens cresceram em um ambiente mais seguro e se expõem menos a situações de risco. Mas, por outro lado, chegam à universidade e ao mundo do trabalho com menos experiências, mais dependentes e com dificuldade de tomar decisões. “Os de 18 anos agem como se tivessem 15 em gerações anteriores”, comenta Twenge. Ela diz que isto tem relação com a super conectividade típica desta geração, que passa em média seis horas por dia conectado à internet, enviando mensagens e jogando jogos online.

    Por conta disto, acabam passando menos tempo com amigos, o que pode afetar o desenvolvimento de suas habilidades sociais. O estudo mostrou ainda que quanto mais tempo o jovem passa na frente do computador, maiores os níveis de infelicidade. “O que me impressionou na pesquisa foi que os adolescentes estavam bastante cientes dos efeitos negativos dos celulares”, comentou a pesquisadora. “E um estudo com 200 universitários que fizemos mostrou que quase todos prefeririam ver seus amigos pessoalmente”, continua. Essa consciência, no entanto, não se traduz em prática. A Geração Smartphone, segundo a pesquisa com base no universo americano, sofre com altos níveis de ansiedade, depressão e solidão. A taxa de suicídio, por exemplo, triplicou na última década entre meninas de 12 a 14 anos.

    Mas, ao mesmo tempo, trata-se de uma geração mais realista com o mercado de trabalho e mais disposta a trabalhar duro, o que Twenge vê como “boa notícia para empresas”. Embora as principais conclusões pareçam acenar para um sinal de alerta, a pesquisadora comenta que a geração smartphone é tolerante com pessoas diferentes e ativa na defesa de direitos LGBT e da população. “E mais ainda que as gerações anteriores, eles acreditam que as pessoas devem ser o que são”, completa.

    Fonte: BBC Brasil

  • Como a pornografia pode afetar o cérebro
    Curioso

    Como a pornografia pode afetar o cérebro

    Como a pornografia pode afetar o cérebro

    Será que a pornografia vicia? Será que o nosso cérebro é pornô? O que explica essa tremenda quantidade de material de sexo explícito que aparece na internet todos os dias?

    Nos tempos de nossos pais e avós, o acesso à pornografia de dava por meio de revistas emprestadas por um irmão mais velho ou um amigo, mas isso mudou radicalmente ao longo do tempo. Hoje, seis em cada dez adultos veem cenas de sexo explícito pelo celular e 30% as acessam pelo computador.

    A ciência começa a investigar o porque das pessoas procurarem excessivamente por conteúdos pornográficos. Veja como funciona o mecanismo do vício:

    Segundo estudos do americano Gary Wilson, a pornografia alteraria os mecanismos da dopamina, neurotransmissor associado ao prazer e à recompensa.

    Como a pornografia pode afetar o cérebro

    1 – O excesso de imagens pornográficas causa descargas repetidas de dopamina no cérebro, em especial nas áreas do córtex pré-frontal, a camada externa do cérebro encarregada do comportamento e da tomada de decisões, e do corpo estriado ventral, região envolvida no processamento de motivação e prazer.

    2 – Como mecanismo de proteção, o cérebro então, diminui a sensibilidade à dopamina, reduzindo os receptores do neurotransmissor.

    3 – A baixa resposta à dopamina faz com que as pessoas busquem atividades cada vez mais intensas – mais pornografia, portanto – para estimular sua produção. Cria-se um círculo vicioso.

    Fonte: Sexo na cabeça: Como a pornografia destrói o cérebro humano, Gary Wilson, neurocientista.

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